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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Rainha VipSul Capixaba/2016

Sábado (03/12/2016)



Local: Divan Cerimonial de Mimoso do Sul-ES.

O maior Concurso de Beleza do Sul do Estado


Realização Revista VipSul Capixaba
Foto: Divulgação

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Noite de lançamentos de obras literárias na Academia Calçadense de Letras

AUTÓGRAFOS, DECLAMAÇÕES DE POESIAS, MÚSICA, CORAL VOZES DA MONTANHA, DANÇA E ALMA GÊMEA, AROMATIZARAM A NOITE CULTURAL

Por Sérgio Oliveira


Fotos: Sérgio Oliveira


No último sábado, dia 19 de novembro, às 20 horas, a Academia Calçadense de Letras lançou, na sede da Arcádia, localizada na Alameda Poeta José Carlos da Fonseca, 103, em São José do Calçado, no Sul do Estado, as obras literárias “À procura da alma Gêmea” de autoria do Confrade Márcio José Furtado e, “Jardim de Letras”, de autoria do poeta calçadense Carlos Fonseca.

Foi uma noite de muita luz cultural. Afinal, 25 anos da ACL

O evento memorativo dos 25 anos da Academia Calçadense de Letras - Culminância do Jubileu de Prata da ACL - contou com a presença do Presidente da Academia anfitriã, professor Edson Lobo Teixeira, membros efetivos e correspondentes, escritores, poetas; corpo docente e discente da rede municipal e estadual, a Senadora Cultural do Estado do Espírito Santo da Federação Brasileira de Ciências, Letras e Artes, Profª Maria Dolores Pimentel Rezende, Weber Müller, de Guaçui (ES), representando a FEBACLA - Federação Brasileira de Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes; a viúva do Patrono Perpétuo da ACL – Sra. Regina Maria da Costa Fonseca – e sua filha Dra. Maria Cristina da Costa Fonseca, vice-prefeito Antero Abreu, a diretora do jornal “A Ordem” – Graziella Martins -, a secretária municipal de educação – professora Creide Mar, entre outros. 

Com gáudio inefável, na abertura, o professor/presidente da ACL Edson Lobo Teixeira enunciou estar bastante jubiloso pela realização do lançamento de mais duas obras, de duas gerações de poetas calçadenses: Márcio José Furtado – Confrade, autor de várias obras e Carlos Fonseca – o jovem poeta calçadense, que apresentava a sua segunda obra poética reveladora de seu promissor talento. Ao saudar os confrades da gloriosa Acárdia, convidou para a mesa central D. Regina Maria da Costa Fonseca, sua filha Dra. Maria Cristina da Costa Fonseca, respectivamente viúva e filha do saudoso e ilustre calçadense - o dileto Confrade Dr. José Carlos da Fonseca – Causídico Perpétuo.

Foi respeitosamente, em uníssono, entoado o Hino Nacional Brasileiro. Também como determinado por Lei Municipal, o Hino de São José do Calçado, acompanhando pela harmonia sonora do Coral Vozes da Montanha e o Hino da ACL, composto para coroar os 20 anos da Arcádia em uma vitoriosa trajetória, letra do Hino composta pelo Confrade Dr. Sérgio Dário Machado e a música de autoria do também dileto Confrade Dr. Geraldo de Almeida Vianna.

A Confreira Maria Dolores Pimentel de Rezende, externou para os presentes, que naquela Sessão Solene, noite da culminância do Jubileu de Prata da gloriosa Academia Calçadense de Letras, a Arcádia estava promovendo a Outorga da Medalha Cultural “Geir Campos” à dileta Confreira Abigail Barreto, seguida de uma Homenagem ao jornal “A Ordem” pelos seus 90 anos, Lançamento da obra “À procura da alma gêmea” de autoria do dileto Confrade Márcio José Furtado e “Jardim de Letras”, de autoria do jovem Poeta Calçadense Carlos Fonseca.

O Professor Edson Lobo enfatizou que “a função da Academia era de ligar o Brasil de norte a sul, sistematizando e consagrando todas as manifestações da alma coletiva, ao invés de as repelir a pretexto de bom gosto ou de esquecer em nome da metrópole”, parafraseando as palavras do saudoso acadêmico da Academia Brasileira de Letras, Alcides Maya.

Edson Lobo enfatizou que o caminho foi longo, tão longo e tão cheio de vicissitudes, entretanto, as dificuldades foram superadas, e assim se passaram 25 anos

-Para chegarmos às comemorações do Jubileu de Prata desta respeitável Casa de Letras e das Artes – a Casa de José Carlos da Fonseca –, o caminho foi longo, tão longo e tão cheio de vicissitudes, entretanto superamos as dificuldades e continuamos nos prélios do espírito. Assim se passaram 25 anos-, disse.

A dileta Confreira Vera Viana declamou um belo soneto de sua lavra poética em celebração do Jubileu de Prata. Após Maria Dolores dizer que “Nenhum dever é mais importante do que a gratidão”, palavras do dotado orador romano Cícero, o Confrade Valter Luiz de Almeida, agradeceu, por meio de seus delicados e sensíveis versos de cordel, aos Mecenas da Academia Calçadense de Letras, os familiares do saudoso Confrade Dr. José Carlos da Fonseca, representados pela viúva Sra. Regina Maria da Costa Fonseca e Dra. Maria Cristina da Costa Fonseca. 

Edson Lobo, professor aposentado, lembrou de certa frase do escritor Aníbal Freire, que diz que “A Academia é um dos cimos da intelectualidade pátria. Para ela afluem as aspirações mais nobres”. A dileta Confrade/Jornalista Débora Brasil fez um pronunciamento em nome dos confrades trazendo à tona os primeiros anos da Academia antes de sair do papel.

A Jornalista Débora Brasil trouxe à tona os primeiros anos da Academia, onde as reuniões eram realizadas nos lares. Que pegavam rosas emprestadas para ornamentação, muitas das vezes, sem a permissão dos donos

-As reuniões eram realizadas nos lares. Para ornamentar-mos os primeiros eventos, pegávamos rosas emprestadas – para não dizer sem a permissão dos donos da rosas – tempo difíceis, que bravamente foram vencidos-, disse a jornalista.

MEDALHA CULTURAL GEIR CAMPOS

Com as palavras do filósofo grego Aristóteles “A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las”, a Confreira Maria Dolores Pimentel Rezende, deu início ao momento que outorgou a Medalha Cultural “Geir Campos” à dileta Confreira Abigail Barreto por seus inúmeros méritos e dentre eles, a sua fiel dedicação à cultura calçadense, por meio de seu dinâmico trabalho à frente do Coral Vozes da Montanha . A Sra. Regina Maria da Costa Fonseca fez a entrega da Medalha. Ainda no belo momento, alunos da Escola de Música JemaJ, que fica situada na Rua Vinte e Um de Abril, 115 - Bom Jesus do Itabapoana – RJ, coordenada pela diretora Anízia Pimentel, cantaram “Amigos Para Sempre” em homenagem à Abigail e ao Coral Vozes da Montanha.

Foi outorgada a Medalha Cultural “Geir Campos” à dileta Confreira Abigail Barreto por seus inúmeros méritos e dentre eles, a sua fiel dedicação à cultura calçadense, por meio de seu dinâmico trabalho à frente do Coral Vozes da Montanha 

Alunos da Escola de Música JemaJ, cantaram “Amigos Para Sempre” em homenagem à Abigail e ao Coral Vozes da Montanha

VOVOZINHO DE 90 ANOS

Foi feito uma homenagem aos 90 anos do Jornal A Ordem, patrimônio histórico e cultural de São José do Calçado. Edson Lobo destacou com “D” maiúsculo a importância do periódico, fundado na terça-feira de 07 de setembro de 1926.

-No dia 07 de setembro de 1926, foi fundado, em nossa cidade, o jornal A Ordem, pelo Dr. Samuel Brandão – moço elegantíssimo, fino, cheio de inteligência e de cultura – conforme afirmara, em uma crônica publicada no jornal O Globo de 1945, o então jornalista Edmundo Lys. São 90 anos de um jornalismo que escreve a nossa história. Até bem pouco tempo, um jornalismo artesanal e criativo, graças a tantos mestres, hoje representados pelo tipógrafo-mor Mestre Acácio Evaristo e o tipógrafo Antônio João de Rezende-, proferiu.

Pelos 90 anos de um jornalismo que escreve a nossa história, o jornal A Ordem recebeu uma homenagem representada nas pessoas do tipógrafo-mor Mestre Acácio Evaristo e o tipógrafo Antônio João de Rezende

Para homenagear os tipógrafos Acácio Evaristo e o tipógrafo Antônio João de Rezende, o Confrade/Cordelista Valter Luiz de Almeida, externou sua inspiração laudatória ao jornal A Ordem. Logo após foi passado às mãos da diretora do jornal A Ordem, Graziella Martins, uma mensagem (Placa) da Academia Calçadense de letras, comemorativa dos 90 anos do referido periódico. 


Foi passado às mãos da diretora do jornal A Ordem, Graziella Martins, uma mensagem (Placa) da Academia Calçadense de letras, comemorativa dos 90 anos do referido periódico. 

A professora aposentada Maria Dolores disse que o sempre apaixonado poeta Vinicius de Moraes sentenciou “Amai, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido”. Que a busca de um amor correspondido era o tema do Romance “À procura da alma gêmea”, de autoria do dileto Confrade Márcio José Furtado. Ainda na oportunidade Márcio explicou que seu livro foi escrito no Rio Grande do Sul. Que amava amar o amor, que sua atual esposa foi sua aluna quando tinha 12 anos e depois de tantos anos se reencontraram, esperando que seja sua companheira até que a morte os separe.

Márcio Furtado explicou que seu livro foi escrito no Rio Grande do Sul. Que amava amar o amor, que sua atual esposa foi sua aluna quando tinha 12 anos e depois de anos se reencontraram, esperando que seja sua companheira até que a morte os separe

JARDIM DE LETRAS

Lobo ressaltou que o magistrado filósofo, poeta e prosador Rubens Alves já filosofara “Quem não tem jardins por dentro, não planta jardins por fora e nem passeia por eles...” Que o jovem Carlos Fonseca tinha jardins na sua alma de poeta, de onde brotou a obra “Jardim de Letras”. Logo após os alunos da Escola Municipal “Umbelina Machado da Silva” apresentaram um delicado jardim pueril ao jovem escritor.

O professor, Poeta e Cronista Weber Müller, representando a Academia Guaçuiense de Letras, compartilhou o momento de inefável júbilo, recitando versos parafraseados de suas próprias poesias. E para arrebatar e deslumbrar as almas, fechando a noite com chave de ouro, os alunos da Professora Anízia Pimentel, diretora da Escola de Música JemaJ, apresentaram um belo musical com direito à dança no embalo de “Alma Gêmea”, do cantor Fábio Junior. 

O professor, Poeta e Cronista Weber Müller, representando a Academia Guaçuiense de Letras, recitou versos parafraseando os seus próprios poemas. 

Alunos da Professora Anízia Pimentel, diretora da Escola de Música JemaJ, apresentaram um belo musical com direito a dança no embalo de “Alma Gêmea”, do cantor Fábio Junior

O jovem escritor Carlos Fonseca autografando sua obra

Márcio Furtado, o escritor que ama amar o amor, autografando mais uma de suas obras























sábado, 12 de novembro de 2016

Festival Luz (João 8:12) edifica Bom Jesus do Norte

A APRESENTAÇÃO D0 “LOOP SESSION + FRIENDS” FOI RECHEADA DE 'LOOPINGS’, INTERATIVIDADE ENTRE OS TRÊS MESTRES DOS VOCAIS E O PÚBLICO.

Por Sérgio Oliveira
Fotos: Sérgio Oliveira/Divulgação


Na quarta-feira (09), centenas de pessoas de diferentes credos religiosos marcaram presença na Quadra do Ginásio Ricardo Medina (Ordem e Progresso), localizado na Rua Carlos Firmo, em Bom Jesus do Norte, no Sul do Estado. Elas foram contempladas com o penúltimo show da última edição do projeto “Loop Session + Friends”, no qual três vocalistas mostraram novas roupagens de sucessos da música gospel.

Leonardo Gonçalves, Mauro Henrique e Guilherme de Sá, mostraram algo novo e  diferente de tudo que já se viu na música cristã

O Festival Luz (João 8:12), apresentado e patrocinado pela UNIG - Universidade Iguaçu - Campus V Itaperuna, foi organizado e idealizado pelos jovens Thiago Carly De Aguiar Lima e Claudino Bartolaze. A apresentação do “Loop Session Friends”, algo totalmente novo e diferente de tudo que já se viu na música cristã, idealizado por Mauro Henrique, vocalista do grupo Oficina G3, que inclui Guilherme de Sá, vocalista do Rosa de Saron e Leonardo Gonçalves, começou por volta das 21 horas. Mauro Henrique de Sousa, ou simplesmente Mauro Henrique, nascido em 10 de Novembro de 1982 em Brasília, abriu o show com “Confiar” e “Save me From Myself” (CD “Histórias e Bicicletas: Reflexões, Encontros e Esperança”), de 2013, do grupo Oficina G3. Na sequência ousou em “Oceans”, do Hillsong United (CD “Zion”), de 2013, e “Encontro”, grupo Oficina G3 (CD "Histórias e Bicicletas (Reflexões Encontros e Esperança”), de 2013.



A galera de Cristo aplaudiu de pé quando Guilherme de Sá, vocalista do Rosa de Saron, entrou fazendo dueto com Mauro Henrique na canção “Latitude, Longitude” (CD ao vivo do Rosa de Saron), de 2012 e “Cartas ao Remetente” (CD “Cartas ao Remetente”), de 2014. Leonardo Gonçalves entrou no palco completando os refrões.

   A galera foi para casa de alma lavada


Leonardo Gonçalves e Mauro Henrique cantaram “Lágrimas” (CD “Histórias e Bicicletas: Reflexões, Encontros e Esperança”), de 2013, Oficina G3, e “Sublime” (CD “Principio e Fim”), do cantor Leonardo Gonçalves, lançado em 9 de abril de 2012 pela gravadora Sony Music.

A parte final do show foi presenteada com “O Sol da Meia-Noite” (CD “Horizonte Distante”), Rosa de Saron, de 2009, “Novo” (CD “Princípio e Fim”), Leonardo Gonçalves, de 2012 e “Incondicional” (CD “Depois da Guerra”), Oficina G3, de 2008, finalizando com “I Dare You to Move” (CD “Learning to Breathe”) de 2000, da banda norte americana Switchfoot, que fez parte da trilha sonora do filme “Um Amor pra Recordar”, de 2002.

MOMENTO INTERAÇÃO COM O PÚBLICO

 Mauro enfatizou que foi a penúltima apresentação do "MAURO LOOP SESSION", que estava dando adeus aos palcos


Durante o “Loop Session Friends”, os participantes interagiram através de perguntas direcionadas aos três cantores. No bate-papo o compositor, multi-instrumentista e produtor musical, Mauro Henrique (Igreja Batista), explicou que era um projeto lotado de aparatos tecnológicos, que o “Loop Session + Friends” se destacava pela interação entre três vocalistas com uma atmosfera descontraída e integração com o público. Também a habilidade técnica dos artistas. 

-Quando criei o “Mauro Loop Session” (2013) não tinha noção de nada, pois o mestre do "Loop Session" é o guitarrista Juninho Afram (Oficina G3). O projeto era somente um workshop, se tornou um show e virou uma turnê passando por várias capitais do Brasil. Vitória (referência à capital do Estado do Espírito Santo) fica bem longe daqui. Fico feliz por estar fazendo esse show aqui, pois o destino é sempre nas capitais. Essa é a penúltima apresentação, uma vez que o "MAURO LOOP SESSION" está dando adeus aos palcos-, disse.

O músico Brasiliense explicou que usando um monte de aparatos tecnológicos no "LOOP SESSION" sempre corre o risco de errar tudo, mas que não seria naquela noite que erraria. Que os vocalistas Chris Cornell (Audioslave, Soundgarden, Temple Of The Dog e Mad Season) e Robert Plant (Led Zeppelin) são umas das suas influências musicais.

Guilherme de Sá (Igreja católica) brincou que Mauro Henrique não cantava nada, estava enganando o público fazendo Play Back. Contou que toda vez ao entrar em estúdio para gravar um novo trabalho do Rosa de Saron, chora muito. Que o trabalho de estúdio do Rosa de Saron que mais gosta, é “Cartas ao Remetente”, e a música que mais lhe toca é “Fleur de Ma Vie” (Flor da Minha Vida), do CD “Cartas ao Remetente”, que compôs para sua filha. 

Guilherme de Sá frisou que era músico  autodidata (self-taught)



-Assim como Mauro Henrique e Leonardo Gonçalves, sou músico autodidata (self-taught). Eu escrevo as músicas, faço os arranjos para todos os instrumentos enviando para a banda Rosa de Saron. Faz anos que não levo o violão para casa. Lá quero descansar é comer churrasco (Nesse momento, é interrompido por Mauro Henrique, que diz que é mentira, pois no aniversário dele tocou canções do Grupo Legião Urbana)-, comenta.

Guil frisa que certa vez um famoso padre estava fazendo um show. Que as meninas gritavam ‘lindo e tudo mais’. E muitos criticaram pelo fato dele não ter parado o show e ‘passado um corretivo’ nas jovens.

-Ele é famoso por suas postagens nas redes sociais. É bonitão. Rede social é algo que levanta e derruba a pessoa. O padre fez certo em não chamar a atenção das meninas. Agindo assim não estaria edificando ninguém, não mudaria o mundo correndo o risco de ser chamado de ‘Padre mala’, queimando seu filme nas redes sociais-, destacou Guilherme.

Leonardo Gonçalves (Igreja Adventista) enfatizou a afinidade musical que há entre seus amigos de "Loop Session + Friends". Que já conhecia Mauro, que fez esta ponte entre ele e Guilherme, que havia conhecido pessoalmente, mas não ao ponto de trabalhar juntos. Que riem e se divertem muito ao mesmo tempo com públicos diferentes, que acabam ouvindo da boca de três pessoas diferentes, contudo semelhantes, a mesma mensagem de salvação. 

Leonardo destacou que no ano que vem dará uma pausa em sua carreira musical


-Não importa o fato de cada um pertencer a uma denominação diferente. O Deus que nos une é maior que essa diferença. Ano que vem vou dar uma pausa em minha carreira musical. A respeito de redes sociais, sou de um tempo que não havia isso, internet era para poucos. Nem tudo vale a pena postar em rede social. Outro dia meu primo postou ‘Banheiro, tomar banho’. Ninguém quer saber disso-, (Nesse momento, Guilherme de Sá, o interrompe perguntando se o primo dele era bonito e gostoso, e se fosse, as mulheres iriam gostar), contou.

Mauro disse que tem música secular que edifica e gospel que não edifica. Que depende de como o cantor a escreve.

-Sempre fiz parceria com cantores católicos. Não gosto do termo música secular. Há a música boa e ruim. Nem sempre uma música gospel edifica, enquanto tem muita música secular que edifica. Quando eu era pequeno, no culto da minha igreja, o pastor cantava hinos sem saber que era da religião católica. E aqui está o Guilherme de Sá, do “Rosa”, conclui.

GRATIDÃO

Thiago Carly e Claudino Bartolazi, organizadores e idealizadores do Festival Luz agradeceram a Deus, aos amigos que acolheram a ideia deles, ajudando-os na realização do evento, pessoas de Bom Jesus do Norte (ES), Bom Jesus do Itabapoana (RJ), Itaperuna (RJ), Campos dos Goytacazes (RJ), Natividade (RJ), Porciúncula (RJ), Italva (RJ), Itaocara (RJ), São José do Calçado (ES), Guaçuí (ES), Alegre (ES), Espera Feliz (MG), Cachoeiro de Itapemirim (ES), Marataízes (ES), Vitória (ES) e demais cidades.

-Estamos felizes pela realização do Festival Luz (João 8:12). Ao mesmo tempo divulgamos o nome da nossa cidade para a região movimentando o comércio local, priorizando o uso de toda estrutura disponível da cidade, como Sonorização Lohal Eventos, Equipe de Segurança do Márcio, Gráfica Grafanp, Hotel e Restaurante Pitucão, decorador Pedromar Ferreira, Van ABC do Renato, Rádio Ebenezer e Ginásio do Ordem e Progresso. Foi imprescindível para a realização do evento a apresentação/patrocínio da Universidade Nova Iguaçu (UNIG) e todo o apoio recebido de nossos patrocinadores locais. Muito obrigado Mauro Henrique, Leonardo Gonçalves, Guilherme de Sá, Paulo Henrique e Raimundo por terem proporcionados momentos únicos em nossas vidas, em uma noite abençoada por Deus, na qual conseguimos colocar no mesmo local católicos e evangélicos de várias denominações para sentirem a emoção e a união que a música pôde nos proporcionar-, disseram os organizadores.

Toda a renda adquirida em doces e salgados vendidos foi doada para o EAC (Encontro de Adolescentes com Cristo) de Bom Jesus, Grupo Jovem Tempo de Liberdade e Capela Monte Calvário.