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“ "Demorei/ / Mas consegui achar/ Me amarrei/ Quando te encontrei./ Nos teus braços/ Descansar/ E me aquecer/ E contigo eu quero andar/ E não tropeçar/ Sei que agora tenho paz/ No meu coração/ E viver sem você/ Não posso mais/ Não Posso mais/ Acordei/ Pra ver o sol nascer/ Despertei/ Pra uma nova vida, viver." CONTIGO QUERO ESTAR (PAMELA).

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

São José do Calçado sediou II Fórum de Saúde Mental


Por Sérgio Oliveira

Na quinta-feira (9) foi realizado no municipio de São José do Calçado o II FÓRUM DE SAÚDE MENTAL.


O Evento que aconteceu no auditório da mencionada Prefeitura contou com a presença do Secretário Municipal de Saúde, Antônio Coimbra de Almeida, do Diretor do Hospital São José, Leandro Teodorio Almeida, assistentes sociais do municipio e vizinho, psicólogos, a equipe multidisciplinar do CAPS local, coordenadores de Saúde Mental de Vitória (ES), profissionais da área de saúde, entre outras autoridades.


Com o escopo de conscientizar e traçar outras medidas para avigorar a assistência aos portadores de transtornos mentais e usuários de álcool e outras drogas, o evento que teve como tema “ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS, UMA QUESTÃO DE CONSCIENTIZAÇÃO: HOSPITAL GERAL” se dividiu em cinco estações (mesas redondas): “Serviços Territoriais: Urgências, Álcool e outras drogas”; “Um olhar integralizador e transdisciplinar: família e território”; “Serviço Intrasetorial”; “Uma Inovação de equipe interdisciplinar”, “Serviços territoriais, capacitando e implementando a saúde mental, álcool e outras drogas”.

Durante o II Fórum de Saúde Mental muito se falou do Crack e álcool, entre outras drogas, destacando os danos que as mesmas causam nos usuários, uma vez que destruturam as famílias. Incrementando o ‘menu’ do debate foi fortalecido a questão dos transtornos mentais, dos recursos financeiros destinados a essa luta – que não vem facilmente, além de buscar mais estrutura para seguir com o trabalho.

Dos farrapos à riqueza

A Assistente Social do CAPS de Alegre (ES), Luciana Fonte Boa destacou que em outros tempos o uso de crack era sinônimo de pessoas faveladas e despojadas, mas que nos dias de hoje essa realidade mudou.
Ela, que há 14 anos trabalha na área de saúde mental, ponderou que o crack destrutura totalmente uma família, destruindo os laços.
“Antes o uso do crack era apenas para as pessoas faveladas e proletárias. Essa visão foi por água baixa, pois agora o crack bate à porta do magnata e burguês. Portanto, o crack não escolhe classe social, étnica e cor. Vai dos farrapos à riqueza”, definiu.






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